
Finalmente chegou a hora do lançamento do meu segundo livro: "A insuportável família feliz", que sai pela coleção Cartas Bahianas, da editora P55. O lançamento será no dia 10 de outubro, a partir das 19h, no Póstudo. Para os que me leem fora da Bahia, o Póstudo fica em Salvador, no bairro do Rio Vermelho e é um tradicional reduto da boêmia baiana.
"A insustentável família feliz" é mais um livro de contos, assim como o "Cafeína", e o seu lançamento é mais uma etapa vencida na minha iniciante carreira literária. O "Cafeína" saiu graças ao Prêmio Braskem de Literatura, que premiava os vencedores com a publicação da obra e vem fazendo uma trajetória bem positiva, a começar pelo belo prefácio do Fausto Fawcett, uma vendagem razoável para um livro sem distribuição, críticas positivas, a participação em eventos literários importantes como a Fliporto (em 2008) e o convite para a Flica, onde estarei no próximo dia 16, como uma das atrações. O "Cafeína" teve ainda um conto adaptado para curta-metragem e outro selecionado para ser traduzido para o francês e integrar uma coletânea a ser lançada em países francófilos. Além disso, "Cafeína" abriu portas, me ajudou a conhecer pessoas interessantes e sentir o prazer de ser lido e dialogar com os leitores.
Mas tinha o desafio do segundo livro e com ele as dúvidas: "será que ainda tenho algo a dizer?", "será que o prêmio não foi sorte?", "será que alguma editora vai se interessar pelo meu trabalho?". Conseguir lançar o segundo livro é uma espécie de consolidação do início da minha carreira e ao terminar de escrever "A insustentável família feliz" percebo que há uma linha de continuidade entre os livros, que talvez eu esteja construindo uma identidade e um universo temático/ literário enquanto escritor. Se isso é bom ou ruim, deixo a critério de quem me lê e espero que cada vez mais gente faça isso. Por isso, se você está aqui no Campo Minado, gosta ou não do que escrevo e estará em Salvador no dia 10 de outubro, espero você lá no Póstudo.
"A insustentável família feliz" é mais um livro de contos, assim como o "Cafeína", e o seu lançamento é mais uma etapa vencida na minha iniciante carreira literária. O "Cafeína" saiu graças ao Prêmio Braskem de Literatura, que premiava os vencedores com a publicação da obra e vem fazendo uma trajetória bem positiva, a começar pelo belo prefácio do Fausto Fawcett, uma vendagem razoável para um livro sem distribuição, críticas positivas, a participação em eventos literários importantes como a Fliporto (em 2008) e o convite para a Flica, onde estarei no próximo dia 16, como uma das atrações. O "Cafeína" teve ainda um conto adaptado para curta-metragem e outro selecionado para ser traduzido para o francês e integrar uma coletânea a ser lançada em países francófilos. Além disso, "Cafeína" abriu portas, me ajudou a conhecer pessoas interessantes e sentir o prazer de ser lido e dialogar com os leitores.
Mas tinha o desafio do segundo livro e com ele as dúvidas: "será que ainda tenho algo a dizer?", "será que o prêmio não foi sorte?", "será que alguma editora vai se interessar pelo meu trabalho?". Conseguir lançar o segundo livro é uma espécie de consolidação do início da minha carreira e ao terminar de escrever "A insustentável família feliz" percebo que há uma linha de continuidade entre os livros, que talvez eu esteja construindo uma identidade e um universo temático/ literário enquanto escritor. Se isso é bom ou ruim, deixo a critério de quem me lê e espero que cada vez mais gente faça isso. Por isso, se você está aqui no Campo Minado, gosta ou não do que escrevo e estará em Salvador no dia 10 de outubro, espero você lá no Póstudo.

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