Antigamente, cinemas precisavam de projecionistas. Hoje, nesses multiplex da vida, eles funcionam sem projecionista, sem bilheteiro, sem lanterninha e até sem público, como é o caso daquela última sessão de uma véspera de ano novo qualquer. Quando o relógio marca meia noite e o mundo lá fora explode em fogos, um homem, o único espectador na sala, não vê o ano novo começar. Ele acha que assim aquele ano em que ele foi feliz nunca vai acabar.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
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1 comentários:
Me indentifiquei com o micro conto por tantas sessòes ter assistido sozinhho, achava um luxo uma sala de cinema só pra mim, mas no reveillon, nào sou esse cara não..
Diogo Berni
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